quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A origem do Dia das Mães
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
A AVENTURA
http://drummerman.sites.uol.com.br/organizacao.htm
Distribuição dos Comandos

Distribuição dos Comandos

Primeira Divisão
Em missão à Índia (Calecut).
Capitão Mor: Pedro Álvares Cabral
Navios del- rei:
Em missão à Índia (Calecut).
Capitão Mor: Pedro Álvares Cabral
Navios del- rei:
- Nau capitânia, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Pedro Álvares Cabral.
- Nau sota - capitânia, de nome ignorado, cognominada El - Rei, de 600 botte de porte. Capitão: Sancho de Tovar.
- Nau, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Simão de Miranda de Azavedo.
- Nau, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Aires Gomes da Silva.
- Nau, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Simão de Pina.
- Nau, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Vasco de Ataíde.
- Nau, de nome ou cognome ignorados. Capitão: Nicolau Coelho.
- Caravela - redonda de bombarda grossa, de nome São Pedro, de 70 tonéis de porte. Capitão: Pedro de Ataíde, de alcunha o Inferno.
- Naveta (nau pequena ou caravela redonda?) de mantimentos. Capitão: Gaspar de LemosNavios de armadores particulares:
- Caravela redonda, mercante, de nome Nossa Senhora Anunciada, de 300 botte de porte, pertencente à parceria marítima de D. Álvaro de Bragança com os banqueiros ou mercadores florentinos Bartolomeu Marchioni, Girolamo Sernige e o genovês António Salvago. Capitão: Nuno Leitão da Cunha.
- Nau mercante, de nome ou cognome ignorados, pertencente à parceria marítima de D. Diogo da Silva e Meneses (1º Conde de Portalegre) com outros mercadores. Capitão: Luís Pires.
Segunda Divisão
Em missão à África Oriental (mina de Sofala) .
Capitão- Mor: Bartolomeu Dias.
Navios del- rei:
Em missão à África Oriental (mina de Sofala) .
Capitão- Mor: Bartolomeu Dias.
Navios del- rei:
- Caravela redonda exploradora de nome ou cognome ignorados. Capitão: Bartolomeu Dias.
- Nau, de nome ou cognome ignorados , para apoio. Capitão: Diogo Dias

quarta-feira, 18 de abril de 2012
INDIO - LEITURA COM INTERPRETAÇÃO
UM BLOG SUPER< VISITEM
João Batista Olivi.
Kunumí-Ivãté é um índio guarani de 15 anos, 1,65 de altura, olhos muito escuros e um cabelo tão preto que chega a brilhar com a luz do sol. Kunumí pertence aos caiuás, uma das três tribos da nação guarani, vive na região de Dourados, lá no interior do Mato Grosso do Sul. Ele não tem um nome qualquer, Kunumí-Ivãté significa MENINO-NAÇÃO.
Atividades:
1)Reescreva as frases substituindo as palavras sublinhadas por sinônimos do texto:
a) O encanto da cidade atraiu Kunumí-Ivãté.
b) Kunumí ficou triste quando viu outros índios esmolando pelas ruas, oprimidos.
c) O índio sentiu na pele a ganância e viu que, para os brancos, ele só era considerado um silvícola.
d) Kunumí sentiu saudade de seu povo e do peixe pescado nas águas da sua infância.
3) Qual o nome do texto que você leu?
4) Quem era Kunumí-Ivãté?
5) A que tribo Kunumí-Ivãté pertence?
6) Qual o nome de Kunumí-Ivãté entre os brancos?
7) Por que Kunumí-Ivãté ficou triste e resolveu voltar para sua gente depois de três anos?
8) Do que mais o índio sentiu saudades?
9) Copie do texto:
a) O que Kunumí-Ivãté descobriu:
b) O que é um bugre para os brancos:
c) O que era a cidade para os índios:
10) Copie e assinale as respostas corretas:
a) Jovem, ele trocou sua gente pelo feitiço da cidade:
( ) Foi pescar com os amigos.
( ) Comprou um relógio no contrabando.
( ) Usou calça jeans.
b) Ele encontrou na cidade:
( ) Índios humilhados.
( ) Índios felizes.
( ) Índios mendigando.
( ) Índios ricos.
c) O menino voltou à sua Nação vestindo roupa de branco, porém:
( ) Com tristeza de ser índio.
( ) Com orgulho de ser índio.
( ) com orgulho de ser branco.
Encontre no diagrama quatorze palavras que estão contidas no texto: “O índio que viveu a ilusão da cidade”.

O ÍNDIO QUE VIVEU A ILUSÃO DA CIDADE
Kunumí-Ivãté é um índio guarani de 15 anos, 1,65 de altura, olhos muito escuros e um cabelo tão preto que chega a brilhar com a luz do sol. Kunumí pertence aos caiuás, uma das três tribos da nação guarani, vive na região de Dourados, lá no interior do Mato Grosso do Sul. Ele não tem um nome qualquer, Kunumí-Ivãté significa MENINO-NAÇÃO.
Até pouco tempo atrás Kunumí-Ivãté significava nada. Para os outros sessenta e três índios de sua aldeia e para todos os outros brancos da região, era só Alberto Vilhalva de Almeida. Um jovem que como tantos outros, trocou sua gente pelo feitiço da cidade: Comprou um relógio digital no contrabando, usou calças jeans e sonhou ter um Monza zerinho. Um índio que queria ser branco.
A cidade, sua magia, suas cores, sua gente atraíram Kunumí. Por um momento imaginou ter encontrado seu verdadeiro caminho. Foram três anos de ilusão que foi acabando quando ele conheceu a realidade da cidade. Quando viu outros índios, iguaizinhos a ele, mendigando pelas ruas, humilhados e tratados como “cachorros vadios”.
Um bugre. Para os brancos, Kunumí era só um bugre. Um índio que deixou de ser índio e nunca chegou a ser branco. Que morava na cidade e trabalhava na roça.
__ Descobri que branco é egoísta. Quer comprar tudo: terras, rios, passarinhos. Não sabe que antes do branco, antes do dinheiro, já tinha mundo, já tinha índio.
Kunumí sentiu na pele o preconceito, a exploração. Não gostou dos bailes dos jovens brancos, das luzes e dos sons eletrônicos dos fliperamas. Sentiu saudade da sua gente, da sua língua, das suas festas. Do prazer da caça, do peixe fisgado nas águas da sua infância. Do cheiro do mato. E o MENINO voltou à sua NAÇÃO, com um orgulho: ser caiuá. Mesmo vestindo roupa de branco, misturando a língua guarani com o português e o castelhano abandonou de vez o sonho do Monza zerinho.
1)Reescreva as frases substituindo as palavras sublinhadas por sinônimos do texto:
a) O encanto da cidade atraiu Kunumí-Ivãté.
b) Kunumí ficou triste quando viu outros índios esmolando pelas ruas, oprimidos.
c) O índio sentiu na pele a ganância e viu que, para os brancos, ele só era considerado um silvícola.
d) Kunumí sentiu saudade de seu povo e do peixe pescado nas águas da sua infância.
3) Qual o nome do texto que você leu?
4) Quem era Kunumí-Ivãté?
5) A que tribo Kunumí-Ivãté pertence?
6) Qual o nome de Kunumí-Ivãté entre os brancos?
7) Por que Kunumí-Ivãté ficou triste e resolveu voltar para sua gente depois de três anos?
8) Do que mais o índio sentiu saudades?
9) Copie do texto:
a) O que Kunumí-Ivãté descobriu:
b) O que é um bugre para os brancos:
c) O que era a cidade para os índios:
10) Copie e assinale as respostas corretas:
a) Jovem, ele trocou sua gente pelo feitiço da cidade:
( ) Foi pescar com os amigos.
( ) Comprou um relógio no contrabando.
( ) Usou calça jeans.
b) Ele encontrou na cidade:
( ) Índios humilhados.
( ) Índios felizes.
( ) Índios mendigando.
( ) Índios ricos.
c) O menino voltou à sua Nação vestindo roupa de branco, porém:
( ) Com tristeza de ser índio.
( ) Com orgulho de ser índio.
( ) com orgulho de ser branco.
Encontre no diagrama quatorze palavras que estão contidas no texto: “O índio que viveu a ilusão da cidade”.

O ÍNDIO QUE VIVEU A ILUSÃO DA CIDADE
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